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Cultura na África do Sul

Cultura na África do Sul
Arte sul-africana – diversidade e riqueza cultural

A África do Sul é um país rico em seu aspecto cultural, em razão das misturas dos povos que originaram a população do mesmo.
Localizado nas proximidades do mar, o acesso ao local era fácil, desde os tempos das colonizações, tornando-se como porto para colonizadores de vários países. Em virtude dessa mistura, o país possui onze línguas oficiais, dispostas em sua constituição.
Com a mistura de raças e influências de sua raiz, as artes também apresentam essa riqueza cultural com grande diversidade. O país ainda está delineando seu aspecto cultural, valorizando todas as riquezas recebidas.

Em 1994 o ministro da cultura do país criou o Departamento de Artes, Cultura, Ciências e Tecnologia, tendo como objetivo principal, levar as artes para toda a população, através da formação do grupo de Trabalho de Artes e Cultura (ACTAG).

Todos os anos, no mês de julho, acontece o Festival de Artes Nacionais do país, no Eastern Cape, em Grahanstown.

O teatro da África do Sul é bem movimentado. Possui mais de cem espaços que oferecem apresentações variadas com danças, músicas, teatro de cabaré, sátiras, óperas e ballet clássico.

Um grande número de festivais acontece, em qualquer época do ano, oferecendo uma gama completa de experiências teatrais.

O final dos anos 50 ficou marcado com o musical King Kong, mas o teatro sul-africano realmente começou a fazer impacto com o advento de Joansburgo, em meados da década de 70.

No período do apartheid o país sofreu um boicote cultural, e perdeu a evolução que vinha tendo.

Concertos musicais são realizados ao ar livre no Kirstenbosch Botanical Jardins, nas noites de verão, reunindo grande número de pessoas jovens e idosas para apreciar as apresentações.

Além desses, é realizado ainda um festival de jazz, internacionalmente conhecido, o Cape Town Away. A primeira apresentação do mesmo aconteceu no ano de 2000, dando continuidade em todos os anos em razão do sucesso das apresentações. O festival já recebeu críticas positivas, sendo comparado ao grande festival de Montreal.

O período pós-apartheid trouxe nova vida ao país, com a reafirmação da raça negra. A dança tornou-se uma excelente forma de expressão artística, tendo vários espetáculos voltados para retratar esse lado histórico do país.

Antes, a dança esteve voltada para o ballet clássico, sendo que a dança contemporânea passou a fazer parte da cultura do povo sul-africano na década de 70. Existe uma mistura, onde aproveitam conceitos do clássico, mas também dos ritmos e batuques do país. O resultado é uma excelente performance, que reúne as riquezas culturais presentes.

Projetos sociais são realizados por várias academias, assim populações carentes têm acesso à dança através de workshops e aulas nas próprias comunidades. O principal objetivo é propagar a paz, pois o país apresenta grandes índices de violência.

A literatura do país conta com vários escritores renomeados, onde alguns deles já receberam homenagens do Prêmio Nobel de Literatura. Possuem um acervo cultural e literário diversificado, contendo poesias, peças de teatro, romances dentre vários outros estilos dessa arte, sendo preservadas no Museu Literário, desde 1972.

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