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Barbitúricos

Barbitúricos
Barbitúricos
Os barbitúricos foram descobertos por Adolf Von Baeyer em 1864. Segundo a história, após fazer a síntese dessas substâncias, o cientista foi comemorar seu novo feito em um bar, e como a garçonete se chamava Bárbara, ele resolveu dar o nome de barbitúrico, à sua nova experiência.

Essas substâncias resultam da união do ácido malônico com a uréia, de onde se podem derivar substâncias com uso terapêutico. Os barbitúricos atuam como substâncias depressoras do Sistema Nervoso Central, são usados como antiepilépticos, sedativos, hipnóticos e anestésicos. Essas drogas foram grandemente utilizadas como hipnóticas na década de 60, até o aparecimento das benzodiazepinas.

Os barbitúricos atuam no sentido de deprimir diversas áreas do cérebro, causando sonolência, dificuldades de concentração, raciocínio prejudicado, relaxamento e sensação de calma. Devido a essas propriedades, essas substâncias são utilizadas em remédios para dor de cabeça, epilepsia, controle de úlceras pépticas, pressão sanguínea alta e para dormir.

Os efeitos tóxicos ou indesejáveis que essas drogas provocam são: falta de coordenação motora, grande redução da pressão sanguínea, vertigens, redução da urina, espasmo da laringe e crise de soluço. Essas substâncias são consideradas drogas, pois provocam a dependência física e psicológica. Sua abstinência pode provocar transpiração excessiva, náuseas, vômitos, ansiedade, taquicardia, tremor corporal, etc, por isso, existem leis e diretrizes que dificultam o acesso de uma pessoa a um barbitúrico.

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