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Ácido araquidônico

Ácido araquidônico
Ácido araquidônico: protegendo o que está para nascer
O ácido araquidônico está intimamente ligado ao desenvolvimento de fetos e bebês. Quando a mulher está grávida, ela fornece esse ácido através da placenta, e após o nascimento do bebê, ela continua a fornecê-lo através do leite.
Os bebês que não atingem o período estimado de gestação (9 meses), podem nascer com problemas visuais, incapacidades físicas (paralisia mental, dificuldades para ficar em pé, são menores que bebês normais até a idade de 1 ano) entre outros problemas em razão da falta desse ácido.

Estudos revelam a possibilidade de esses bebês estarem em desvantagem em relação a outros em virtude da falta de ácido araquidônico em sua dieta. Pois, se a maior quantidade do ácido é fornecida à criança estando ela no útero da mãe, um parto antes do tempo interrompe o processo, o que pode ainda se agravar se esta criança não for suprida com leite materno após seu nascimento. Uma mãe que se preocupa com a saúde de seu filho deve continuar lhe fornecendo o ácido através do aleitamento materno.

Nos adultos, o ácido araquidônico é produzido através da ingestão de ômega-6 (ácido linoleico). Exemplo de alimento rico em ômega-6: óleo extraído de sementes (óleo de girassol). A partir de certa idade a criança já passa a produzir ácido araquidônico a partir de ômega-6, mas até então ela necessita da mãe para suprir suas necessidades.

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