Fósforo
O polifosfato evita a oxidação de carnes congeladas.
O fósforo tem numerosas funções críticas no organismo, está presente em todas as membranas celulares, integra a estrutura dos ossos e dentes, dando-lhes maior solidez; participa ativamente do metabolismo dos glicídios, atua na contração muscular, entre outras funções.
O fósforo se faz presente em todos os organismos vivos, se encontra de forma natural em ossos, mas a maior concentração ocorre no metabolismo intermediário de açúcares.

Esse micronutriente, o fósforo, está presente no código genético (DNA e RNA), é responsável por ativar enzimas e manter o balanço ácido-básico do organismo. Sendo assim, o corpo precisa do fósforo para equilibrar seu pH, que deve estar sempre constante, garantindo o sucesso das reações químicas responsáveis por manter todos os órgãos funcionando. Os sintomas da deficiência de fósforo são diminuição de apetite, anemia, fraqueza muscular, dor nos ossos e maior suscetibilidade a infecções.

Os alimentos vegetais que derivam de sementes como os cereais e nozes, e os legumes têm níveis elevados de fósforo. A farinha de trigo integral contém uma maior concentração de fósforo que a farinha branca (cerca de três vezes mais).

Leite e ovos possuem alto conteúdo de fósforo, e conseqüentemente derivados do leite como o queijo contém fósforo em quantidades satisfatórias em sua composição. Mas nem todo fósforo presente em nossa dieta tem origem natural, o polifosfato, por exemplo, está presente como aditivo alimentar em alimentos como presunto, frangos congelados pré-embalados. Essa substância retarda a rancidez de alguns produtos, porque são agentes quelantes poderosos e removem os íons ferro e cobre, que são responsáveis pela auto-oxidação de lipídios na carne.

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