Graviola

Graviola
Graviola

Graviola é o fruto da gravioleira, uma árvore típica da América Central e que se adaptou facilmente em outras regiões de clima tropical e subtropical, como Brasil, Colômbia, México, Havaí e algumas regiões da África e Ásia. No Brasil, a planta foi introduzida pelos portugueses no século XVI, tendo se tornado, talvez pelo fato da mesma preferir climas úmidos e baixas altitudes, subespontânea na Amazônia.

A graviola possui forma ovulada e uma casca verde-escura; seu peso pode variar entre 1,2 a 6,0 kg. Cerca de 65% da fruta é composta por polpa, a qual possui um sabor agridoce, uma coloração esbranquiçada, além de ter muitas sementes. As frutas devem ser colhidas antes de atingirem a maturação, pois quando chegam a essa fase, é comum que caiam das árvores, ficando inutilizadas.

A fruta possui grandes quantidades de vitaminas do complexo B e C, cálcio, fósforo, ferro e potássio. Uma quantidade de 100 gramas de graviola possui em média 60 calorias, 25 mg de cálcio, 28 mg de fósforo e 26 mg de vitamina C (um terço da ingestão diária recomendada). Acredita-se que a fruta tenha um composto anticanceroso: a anonacina. No entanto, ainda não existem estudos clínicos em humanos neste sentido. A graviola também possui propriedades adstringentes, diuréticas, antiinflamatórias e anti-reumáticas.

A fruta pode ser consumida in natura, além de ser empregada na fabricação de sorvetes, sucos, cremes, doces e coquetéis. Devido à sua acidez, não é recomendável que a fruta seja consumida por pessoas que apresentem sintomas de caxumba, afta ou tenham ferimentos na boca, uma vez que sua ingestão pode provocar dor.

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