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Dilatação Aparente dos Líquidos

Quando queremos medir o volume de um determinado líquido, nós recorremos a um recipiente graduado, como por exemplo, um recipiente de vidro. Vamos supor que o recipiente tenha sido graduado a uma temperatura de 20ºC. Se por ventura aquecemos esse recipiente até uma temperatura de 30ºC, ele sofrerá uma dilatação, por menor que seja, e assim as marcações nele contidas não mais serão correspondentes ao volume correto. Dessa forma, é necessário fazermos uma correção da leitura.

Vamos considerar um líquido que está em equilíbrio dentro de um recipiente graduado, com seu volume marcado entre duas marcas consecutivas “C”, na mesma temperatura que foi feita a graduação.

Caso a leitura do líquido corresponda ao nível L, podemos determinar o volume inicial através da seguinte relação.

Vi = L.C

Vejamos um exemplo, se C = 1 cm3 e a leitura é L = 30 o volume inicial do líquido é Vi= 30 cm3.

Agora, caso ocorra uma variação na temperatura, o nível do líquido passará para a leitura L’. Não levando em consideração que C tenha se alterado para C’, o volume aparente do líquido é dado por:

Vap = L’.C

Caso a nova leitura seja L = 32, supondo C = 1 cm3, vamos ter o volume aparente Vap = 32 cm3. Damos o nome de dilatação aparente do líquido para a variação de temperatura ΔT, que é a diferença entre o volume final aparente do líquido e o seu volume inicial.
ΔVap = Vap - Vi

Para os exemplos dados, temos:

ΔVap = 32 cm3 – 30 cm3
ΔVap = 2 cm3
Medição do volume de um determinado líquido em um recipiente graduado.
Medição do volume de um determinado líquido em um recipiente graduado.
Publicado por: Domiciano Correa Marques da Silva
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