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O gás ideal

Para iniciar os estudos sobre os gases, cabe lembrar que eles não possuem o mesmo comportamento dos sólidos e dos líquidos, uma vez que ocupam todo o espaço de um recipiente em que estão contidos, e também porque podem ser submetidos a diferentes pressões.

Assim, se tivermos variando tanto o volume quanto a temperatura de um gás, podemos verificar que a pressão dele não será a mesma. Isso implica que um gás tem a dependência de três grandezas físicas: temperatura, volume e pressão. Ao realizarmos os estudos sobre essas grandezas físicas, consideramos que o gás é ideal, ou perfeito.

Partindo desses princípios, podemos definir o gás ideal como sendo um modelo idealizado para os gases reais, sendo que sua densidade é extremamente baixa. Para o modelo de gás ideal, medimos a temperatura em Kelvin.

Para que tenhamos um gás ideal, precisamos que o mesmo seja portador de algumas características básicas. Ei-las:
Para um gás ideal, admitimos que as moléculas se movem desordenadamente, havendo, a cada instante, um grande número de moléculas se movendo em todas as direções.

As moléculas de um gás ideal não devem exercer ação mútua, a não ser durante as eventuais colisões. As moléculas se chocam elasticamente com as paredes do recipiente e também umas com as outras.

E, por fim, para que o gás possa ser dito ideal, ele deve possuir pressão baixa, as partículas devem estar mais afastadas umas das outras, e a temperatura deve ser alta, fazendo com que as partículas vibrem com mais energia.

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Por Domiciano Corrêa Marques da Silva
Graduado em Física

Gás confinado em um recipiente
Gás confinado em um recipiente
Publicado por: Domiciano Correa Marques da Silva

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