O solo

Os solos foram formados há milhões de anos, resultado da fragmentação de rochas ocasionada por processos de modificação química das mesmas, além dos desgastes ocasionados por processos erosivos a partir da ação do calor, dos ventos, das águas das chuvas e de microrganismos. O solo é uma fina camada que cobre as rochas.

Essa restrita camada da superfície terrestre é de fundamental importância para a humanidade, o solo é um recurso natural renovável, uma vez que pode ser usado diversas vezes, desde que tenha certos cuidados.

É nesse elemento que os vegetais desenvolvem e se fixam, além de favorecer o plantio de alimentos para a humanidade e animais domésticos.

Basicamente o solo é o responsável pelo sustento de todos os seres vivos, uma vez que deve ser levado em conta o processo da cadeia alimentar. A fertilidade dos solos é resultado da decomposição de matéria orgânica como folhas, galhos, troncos e também de restos de animais.

Nesse sentido, existem solos férteis, mas também os inférteis que por motivo de degradação se encontram nessa condição, tornando-se descartável para a produção agrícola.

A espessura dos solos tem grandes disparidades, no continente europeu apresenta cerca de 40 centímetros, no norte da China chega a dezenas de metros.

A composição do solo também sofre variações que dependem diretamente da combinação química, física e biológica. O intemperismo que desenvolve nas rochas (base do solo) produz a fragmentação, favorecendo a inserção de ar e água. Ao passo que a entrada desses elementos cria condições favoráveis de proliferação de microrganismos que exercem a função de decompor toda matéria orgânica, fertilizando dessa forma o solo. Quanto maior a quantidade de matéria orgânica mais elevada será o percentual de húmus. Os solos abrigam água, oxigênio, diferentes minerais e microrganismos.
A figura da esquerda mostra um solo usado na agricultura e o da direita com vegetação natural.
A figura da esquerda mostra um solo usado na agricultura e o da direita com vegetação natural.
Publicado por: Eduardo de Freitas
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