História da Isomeria

O termo Isomeria foi criado por Berzelius em 1830. Ele considerou as palavras gregas (iso = mesma(s); meros = partes) para dar a ideia de “mesma composição”.

A Isomeria é um fenômeno comum e retrata a diversidade de compostos presentes na natureza. Na química orgânica, a ocorrência deste fenômeno é justificada pela capacidade que o carbono tem de formar longas cadeias estáveis e as múltiplas combinações que sua tetravalência proporciona.

Definição de Isomeria: fenômeno pelo qual duas substâncias compartilham a mesma fórmula molecular, mas apresentam estruturas diferentes, ou seja, o rearranjo dos átomos se diferem em cada caso.

Os químicos Justus von Liebig e Friedrich Wöhler são responsáveis pela descoberta dos primeiros isômeros: fulmanato de prata e cianato de prata. Os cientistas verificaram que as fórmulas das duas moléculas eram idênticas (AgCNO), mas a posição dos ligantes eram diferentes. Concluíram então que o arranjo espacial dos átomos era diferente.

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Fulmanato de prata (Ag-CNO), cianato de prata (Ag-NCO).

Já em 1830, o químico Berzelius que deu nome ao fenômeno, em seus experimentos para obter ácido tartárico, fez a seguinte observação: durante o processo era possível obter duas formas diferentes da substância, com composição e fórmulas idênticas, mas que se diferenciavam pela posição dos átomos na molécula.

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